É chegado o final do ano e, com ele, uma série de eventos, festas e confraternizações. Delícia! O momento, muitas vezes, representa a finalização de uma etapa, a conclusão de uma série de atividades, o encerramento de projetos.
Muitos são os compromissos que lotam nossas agendas e mentes em um uma época em que somos pressionados pelo tempo para dar conta de tudo, antes que o ano acabe. A pressão que nos envolve impede que paremos para pensar sobre o sentido de tudo isso e o que realmente nos importa neste momento ano.
Este ano você construiu o que mesmo? Exercitou sua missão? Parou para pensar em todas as conquistas? Seja lá como tenha sido, a hora do amigo secreto chegou!
E é uma atividade bastante frequente nesta época! As pessoas chegam em casa contando que vão fazer amigo secreto com os colaboradores, com os colegas do clube, os amigos do esporte, do inglês, … A lista não tem fim. Diante de tantos amigos secretos e, consequentemente, tantos presentes para dar, fica difícil resgatar o sentido desta atividade.
Você sabe qual é? Me peguei pensando nisto e comecei a escrever....
O momento é de confraternização, certo? Mas o que significa isso mesmo?
Confraternizar, segundo o dicionário, é ligar com irmãos; conviver ou tratar fraternalmente; ter os mesmos sentimentos, crenças ou ideias de outrem. Será que é isso que fazemos nos milhares de amigos secretos que nos envolvemos nesta época?
No meio de tantos presentes e segredos de quem se tirou, o mistério e a surpresa acabam sendo substituídos pela obrigação de comprar um presente para um colega!
A complexidade da situação é substituída pela praticidade e a brincadeira se torna burocrática na maior parte das ezes.... o amigo secreto se torna a compra do objeto escolhido pelo colega e a entrega dos presentes, nada mais é do que, a confirmação ou não de que eu recebi o objeto que eu havia dito que queria ou não.
Aliás quando ganhamos aqule CD.... ai ai ai! E neste caso, não há surpresa, não há mistério, a situação se torna uma rápida satisfação por ganhar o que eu pedi ou uma grande frustração, pois não atenderam meu desejo. E a confraterização mesmo?
Se tivermos clareza que o objetivo dessa brincadeira é a confraternização, podemos pensar em diversas propostas para o amigo secreto: as pessoas podem trocas cartões especiais, lanches, poesias, desenhos, recados, abraços …
Sendo assim, o sorteio de um colega, a busca por informações a respeito dele, aliada ao desafio de tentar descobrir suas preferências sem que seja descoberto; se torna o grande jogo e possibilita que o sentido do Amigo Secreto se mantenha. E sua empresa ficará ainda mais climatizada para o momento de confraternizar!
Sustentar o mistério e a surpresa que a brincadeira requer não é tão difícil assim... É preciso aproveitar a oportunidade para permitir que as pessoas experimentem a brincadeira de amigo secreto e finalização do ano em seu sentido mais amplo.
Permitir observar o outro, perceber o que ele gosta e acima de tudo DIALOGAR!
Boas Festas!!!
Com carinho,
Cintia
06/12/2011
16/09/2011
Reportagem - Dalai Lama prega criatividade, amor e perdão a empresários - Por Soraia Yoshida
Em sua quarta visita ao Brasil, o líder espiritual tibetano tem tratamento de ídolo pop e fala sobre a responsabilidade individual na busca de um mundo melhor
“Ele está chegando!”. O nervosismo tomou conta do hall de entrada do auditório do World Trade Center, em São Paulo, onde mais de 500 empresários, professores universitários, especialistas em coaching e jornalistas aguardavam há pelo menos duas horas pela chegada do Dalai Lama. Ladeado por agentes da Polícia Federal, ele vinha para falar sobre a nova ética nos negócios. Mas para todos os incautos que chegavam pelo elevador ao último andar do prédio, mais parecia que a multidão de fotógrafos e tietes esperava um rockstar.
"A paz não cai do céu nem é conquistada através da reza", garante Dalai Lama
“O Brasil chama atenção de todos. Agora vocês têm a oportunidade de serem ouvidos. Façam o esforço de diminuir o abismo entre ricos e pobres”
Tenzin Gyatso, como se chama o líder espiritual do Tibete e Prêmio Nobel da Paz, é mesmo um rockstar. Para a plateia que o recebeu ainda timidamente duas horas depois do horário marcado, ele quebrou o gelo dizendo “Estou um pouco atrasado. Até já passou da minha hora de dormir”. Diante de tantos empresários, ele assegurou que não entendia nada de negócios e que certamente, se tivesse um, a empresa iria à falência. Mas entre risadas e histórias sobre sua andança pelo mundo, o XIV Dalai Lama passou seu recado: que todos, empresários, governantes, cidadãos, são responsáveis por um futuro mais sustentável, que ele espera seja livre também de armas nucleares e do modelo econômico competitivo que se alimenta da guerra e da fome. “O Brasil chama atenção de todos. Agora vocês têm a oportunidade de serem ouvidos. Façam o esforço de diminuir o abismo entre ricos e pobres”, disse à plateia.
Pregando o altruísmo, a libertação da mente e do egoísmo, o Dalai Lama comentou que a crise financeira mundial tem suas raízes em métodos que só enxergam os problemas no curto prazo – o que ele chama de uma visão míope frente ao mundo. “É impossível eliminar todos os problemas, mas precisamos usar um método para buscar soluções porque não há outro jeito. Este deve ser o século em que temos de acabar com a guerra”, disse. Segundo ele, não é mais possível seguir o modelo do século passado, marcado por violência e muita corrupção. “O mundo deveria se livrar de todas as armas nucleares e de conflitos”, afirmou.
Em um giro pela América Latina, o Dalai Lama já passou pelo México e pela Argentina, de onde voou para o Brasil. O evento desta quinta-feira, organizado pelo Fórum de Líderes e pela Palas Athena, teve o ex-ministro Ozires Silva como um dos oradores. A espera de duas horas acabou sendo preenchida também por depoimentos pessoais sobre o por quê estavam ali para ouvir o líder espiritual tibetano. “Temos carência de líderes centrados em valores”, disse o consultor em coaching e ex-professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Ricardo Farah. Sua fala deu o tom para que o evento ganhasse um clima menos sisudo, mas abriu as comportas para discursos sobre o novo milênio e conexão espiritual.
Em seu próprio discurso, o Dalai Lama tocaria nesses temas com mais leveza. “Nós somos seres criativos”, disse. “Se você pensar nesses termos, com amor e perdão, é um caminho. Sem Deus, mas vendo você mesmo como criador de coisas boas. Esse é o caminho para o verdadeiro altruísmo”.
Sua santidade indicou que não estava ali para pregar religião. Chegou a brincar dizendo que, religiosamente falando, é um “marxista”. Logo no início de sua palestra, ele já havia feito comentários sobre a China atual, um “pais comunista, com uma economia capitalista”, fato que ele definiu como “muito impressionante”. A China incorporou o Tibete em 1950 e chegou a firmar um acordo que dava autonomia ao país, mas passou a interferir mais e mais em um processo que culminou com a rebelião tibetana em 1959. O Dalai Lama teve de fugir para a Índia – onde estabeleceu seu governo no exílio. Este ano, ele anunciou que abdicava de seu papel político em favor de eleições, vencidas por Lobsang Sangay, formado pela Harvard, que assumiu em agosto.
Ao final da palestra, o Dalai Lama respondeu a algumas perguntas da plateia. Diante de "O senhor é feliz?", ele disse "Não sei". Riu e depois emendou: "Quando eu falo e a plateia me encara com uma cara fechada, eu não sou feliz. Mas quando eles me olham e riem, eu fico feliz". Os brasileiros responderam com uma salva de palmas.
Grifos meus!!!! Gente eu queria muito ter visto! Obrigada Soraia pela reportagem.
Nós líderes e seres mortais..... mão na massa!
“Ele está chegando!”. O nervosismo tomou conta do hall de entrada do auditório do World Trade Center, em São Paulo, onde mais de 500 empresários, professores universitários, especialistas em coaching e jornalistas aguardavam há pelo menos duas horas pela chegada do Dalai Lama. Ladeado por agentes da Polícia Federal, ele vinha para falar sobre a nova ética nos negócios. Mas para todos os incautos que chegavam pelo elevador ao último andar do prédio, mais parecia que a multidão de fotógrafos e tietes esperava um rockstar.
"A paz não cai do céu nem é conquistada através da reza", garante Dalai Lama
“O Brasil chama atenção de todos. Agora vocês têm a oportunidade de serem ouvidos. Façam o esforço de diminuir o abismo entre ricos e pobres”
Tenzin Gyatso, como se chama o líder espiritual do Tibete e Prêmio Nobel da Paz, é mesmo um rockstar. Para a plateia que o recebeu ainda timidamente duas horas depois do horário marcado, ele quebrou o gelo dizendo “Estou um pouco atrasado. Até já passou da minha hora de dormir”. Diante de tantos empresários, ele assegurou que não entendia nada de negócios e que certamente, se tivesse um, a empresa iria à falência. Mas entre risadas e histórias sobre sua andança pelo mundo, o XIV Dalai Lama passou seu recado: que todos, empresários, governantes, cidadãos, são responsáveis por um futuro mais sustentável, que ele espera seja livre também de armas nucleares e do modelo econômico competitivo que se alimenta da guerra e da fome. “O Brasil chama atenção de todos. Agora vocês têm a oportunidade de serem ouvidos. Façam o esforço de diminuir o abismo entre ricos e pobres”, disse à plateia.
Pregando o altruísmo, a libertação da mente e do egoísmo, o Dalai Lama comentou que a crise financeira mundial tem suas raízes em métodos que só enxergam os problemas no curto prazo – o que ele chama de uma visão míope frente ao mundo. “É impossível eliminar todos os problemas, mas precisamos usar um método para buscar soluções porque não há outro jeito. Este deve ser o século em que temos de acabar com a guerra”, disse. Segundo ele, não é mais possível seguir o modelo do século passado, marcado por violência e muita corrupção. “O mundo deveria se livrar de todas as armas nucleares e de conflitos”, afirmou.
Em um giro pela América Latina, o Dalai Lama já passou pelo México e pela Argentina, de onde voou para o Brasil. O evento desta quinta-feira, organizado pelo Fórum de Líderes e pela Palas Athena, teve o ex-ministro Ozires Silva como um dos oradores. A espera de duas horas acabou sendo preenchida também por depoimentos pessoais sobre o por quê estavam ali para ouvir o líder espiritual tibetano. “Temos carência de líderes centrados em valores”, disse o consultor em coaching e ex-professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Ricardo Farah. Sua fala deu o tom para que o evento ganhasse um clima menos sisudo, mas abriu as comportas para discursos sobre o novo milênio e conexão espiritual.
Em seu próprio discurso, o Dalai Lama tocaria nesses temas com mais leveza. “Nós somos seres criativos”, disse. “Se você pensar nesses termos, com amor e perdão, é um caminho. Sem Deus, mas vendo você mesmo como criador de coisas boas. Esse é o caminho para o verdadeiro altruísmo”.
Sua santidade indicou que não estava ali para pregar religião. Chegou a brincar dizendo que, religiosamente falando, é um “marxista”. Logo no início de sua palestra, ele já havia feito comentários sobre a China atual, um “pais comunista, com uma economia capitalista”, fato que ele definiu como “muito impressionante”. A China incorporou o Tibete em 1950 e chegou a firmar um acordo que dava autonomia ao país, mas passou a interferir mais e mais em um processo que culminou com a rebelião tibetana em 1959. O Dalai Lama teve de fugir para a Índia – onde estabeleceu seu governo no exílio. Este ano, ele anunciou que abdicava de seu papel político em favor de eleições, vencidas por Lobsang Sangay, formado pela Harvard, que assumiu em agosto.
Ao final da palestra, o Dalai Lama respondeu a algumas perguntas da plateia. Diante de "O senhor é feliz?", ele disse "Não sei". Riu e depois emendou: "Quando eu falo e a plateia me encara com uma cara fechada, eu não sou feliz. Mas quando eles me olham e riem, eu fico feliz". Os brasileiros responderam com uma salva de palmas.
Grifos meus!!!! Gente eu queria muito ter visto! Obrigada Soraia pela reportagem.
Nós líderes e seres mortais..... mão na massa!
22/08/2011
Você sabe de fato o que é sustentabilidade?
Eu na verdade nem sei por onde começar o texto depois de tamanha vergonha. Gente eu mato o planeta todos os dias! E pior, hein, ainda serei cobrada disto! Pelo menos foi o que disse meu professor de MBA. Roberto Galassi! Fera!!!!!!
Para entenderem o que digo e também este texto que escrevi, façam o teste "Pegada Ecológica" Escolham o país Brasil e faça as contas!
http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/calculators/
Espero que seu resultado seja melhor do que o meu! Pois o meu foi vergonhoso!
Acreditava e continuo acreditando, que sustentbilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais, pessoais e ambientais da sociedade. Assunto este diretamente ligado aos indivíduos e conseqüentemente as organizações.
Trata-se na verdade da capacidade de um indivíduo, grupo de indivíduos ou empresas de manterem-se inseridos num determinado ambiente sem, contudo, impactar violentamente esse maio. Ou melhor, a capacidade de usar os recursos naturais e, de alguma forma, devolvê-los ao planeta através de práticas ou técnicas desenvolvidas para este fim.
Desta forma, me pergunto. O que de fato tenho feito?
Muito pouco, mas confesso que estou sensibilizada a adotar as práticas que transformem nossa presença em determinado lugar o mais sustentável possível.
Sendo assim, entendo que é necessário entender que sustentabilidade é muito mais do que conhecer seu significado bonito e orientado para empresas e organizações ligadas ao meio ambiente. É saber que a adoção de práticas sustentáveis na vida de cada indivíduo é um fator decisivo para possibilitar a sobrevivência da raça humana e a continuidade da disponibilidade dos recursos naturais. E neste meio inclui minha filha que é minha principal razão de viver! Maluco né?
Ao atuarmos de forma irresponsável, sem dar tempo ao planeta para se recuperar, estamos provocando a escassez de recursos necessários a nossa sobrevivência e dificultando a vida de milhões de pessoas.
Se todos entendessem a importância da adoção de práticas de sustentabilidade, todas essas alterações vistas, poderiam ser evitadas ou retardadas ao máximo e os recursos naturais estariam disponíveis e fartos por muito mais tempo. O que daria tempo para a humanidade buscar formas mais eficientes para resolver esses problemas em longo prazo. Afinal não podemos negar que de alguma forma nos acostumamos com certas “comodidades não sustentáveis.”
Ações aparentemente simples e de pouco impacto, quando tomadas por um grande número de pessoas, tornará a sustentabilidade uma realidade palpável e real em qualquer parte onde haja a presença humana e garantirá a sobrevivência de nossa espécie por muito mais tempo.
Aprendi com esta pegada e com a aula que parte da minha missão de vida é ajudar na sustentabilidade do planeta. Irei reformular isto, Pode apostar!
Abraços,
Cintia Menegazzo
Para entenderem o que digo e também este texto que escrevi, façam o teste "Pegada Ecológica" Escolham o país Brasil e faça as contas!
http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/calculators/
Espero que seu resultado seja melhor do que o meu! Pois o meu foi vergonhoso!
Acreditava e continuo acreditando, que sustentbilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais, pessoais e ambientais da sociedade. Assunto este diretamente ligado aos indivíduos e conseqüentemente as organizações.
Trata-se na verdade da capacidade de um indivíduo, grupo de indivíduos ou empresas de manterem-se inseridos num determinado ambiente sem, contudo, impactar violentamente esse maio. Ou melhor, a capacidade de usar os recursos naturais e, de alguma forma, devolvê-los ao planeta através de práticas ou técnicas desenvolvidas para este fim.
Desta forma, me pergunto. O que de fato tenho feito?
Muito pouco, mas confesso que estou sensibilizada a adotar as práticas que transformem nossa presença em determinado lugar o mais sustentável possível.
Sendo assim, entendo que é necessário entender que sustentabilidade é muito mais do que conhecer seu significado bonito e orientado para empresas e organizações ligadas ao meio ambiente. É saber que a adoção de práticas sustentáveis na vida de cada indivíduo é um fator decisivo para possibilitar a sobrevivência da raça humana e a continuidade da disponibilidade dos recursos naturais. E neste meio inclui minha filha que é minha principal razão de viver! Maluco né?
Ao atuarmos de forma irresponsável, sem dar tempo ao planeta para se recuperar, estamos provocando a escassez de recursos necessários a nossa sobrevivência e dificultando a vida de milhões de pessoas.
Se todos entendessem a importância da adoção de práticas de sustentabilidade, todas essas alterações vistas, poderiam ser evitadas ou retardadas ao máximo e os recursos naturais estariam disponíveis e fartos por muito mais tempo. O que daria tempo para a humanidade buscar formas mais eficientes para resolver esses problemas em longo prazo. Afinal não podemos negar que de alguma forma nos acostumamos com certas “comodidades não sustentáveis.”
Ações aparentemente simples e de pouco impacto, quando tomadas por um grande número de pessoas, tornará a sustentabilidade uma realidade palpável e real em qualquer parte onde haja a presença humana e garantirá a sobrevivência de nossa espécie por muito mais tempo.
Aprendi com esta pegada e com a aula que parte da minha missão de vida é ajudar na sustentabilidade do planeta. Irei reformular isto, Pode apostar!
Abraços,
Cintia Menegazzo
11/07/2011
Não deixe de conferir!
Turma, para quem gosta de gestão, seguem novos cursos de formação! Esta é a parte que faltava em seu CV!
Espero encontrá-los lá.
Abraços,
http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/tag/o-monge-e-o-executivo/
http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2223/monges-abrem-inscricoes-para-cursos-de-mba
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1547851-7823-MOSTEIRO+DE+SAO+BENTO+DE+SAO+PAULO+OFERECE+MBA+SOBRE+ETICA+E+LIDERANCA,00.html
Boa semana,
Espero encontrá-los lá.
Abraços,
http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/tag/o-monge-e-o-executivo/
http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2223/monges-abrem-inscricoes-para-cursos-de-mba
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1547851-7823-MOSTEIRO+DE+SAO+BENTO+DE+SAO+PAULO+OFERECE+MBA+SOBRE+ETICA+E+LIDERANCA,00.html
Boa semana,
14/06/2011
MAX GEHRINGER e a geração Y
Selecionei parte do texto do Max....
"Sou gerente de seleção de uma multinacional que anualmente oferece vagas a trainees, num processo disputadíssimo – são mais de cem candidatos por vaga.
Temos experimentado certa frustração com o desempenho dos contratados. Eles se revelam imediatistas e refratários à autoridade dos superiores. Fico pensando se estamos cometendo algum erro no processo.
Diz Max: "Essa é a geração Y, nome dado aos jovens que vieram ao mundo entre 1980 e 2000, na era da internet. São pessoas elétricas, capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo sem perder o foco. Também são questionadoras e pouco pacientes para aguardar que as coisas aconteçam em seu devido tempo, principalmente na vida profissional.
Nem todos os jovens brasileiros são assim.
Talvez 20% sejam, se tanto. Mas, na empresa de nossa leitora, praticamente todos são. Ao peneirar os candidatos, ela busca exatamente aquilo que vai gerar controvérsias em curto prazo: atualização e ambição. Jovens com esse perfil não estão dispostos a cumprir ordens sem entender a razão, ou a aceitar tarefas rotineiras e sem desafios, ou a esperar dois anos por uma oportunidade de promoção. A urgência da geração Y se choca com o pragmatismo da geração anterior, que ocupa os principais cargos nas empresas. Por isso a leitora inferiu que talvez exista um “erro no processo”. Não é bem um erro, é um desencontro. Gosto disto (grifos e coment´rios meus!).
Ela está contratando os expoentes da geração Y, e eles estão mostrando na prática aquilo que os diferenciou no processo seletivo. Ou nossa leitora muda o processo e passa a contratar jovens que não sejam tão Y, ou os superiores aprendem a conviver melhor com a pressa dos subordinados. Para mim, a segunda opção não é apenas recomendável. É inexorável. (grigo meu!)
Noto que as perguntas que me são feitas em entrevistas nunca mudam. Isso não seria falta de imaginação dos entrevistadores?
Não, não seria. Com pequenas variações culturais, essas perguntas se repetem no mundo inteiro. Como você se sente trabalhando sob pressão? Qual é seu maior defeito? Como você se vê daqui a cinco anos? Um candidato terá de encarar essas questões no Cazaquistão ou em Jacarepaguá. Eu conversei com um entrevistador que está no ramo há 25 anos e já entrevistou mais de 12 mil candidatos. Ele faz sempre as mesmas perguntas. E separa os candidatos em duas categorias: aqueles que têm noção do que estão respondendo e os que apenas decoraram as respostas. O primeiro tipo, diz o entrevistador, reage como se tivesse 8 anos de idade. À pergunta “Qual é seu maior defeito?”, dispara rápido: “Perfeccionismo”. Ou “Ansiedade”. E faz cara de quem acertou, como se a professora tivesse perguntado quanto é 8 vezes 7. Essa seria a diferença entre um candidato com conteúdo e um candidato vazio. O primeiro relatará um fato pessoal para ilustrar sua resposta. O segundo ficará calado, porque já disse tudo. A dica do entrevistador é: decore as respostas, mas acrescente a elas sua pitada pessoal de sinceridade. Parece simples, mas, nas contas dele, só um em cada dez candidatos é capaz de formular uma resposta autêntica para uma pergunta batida.
Aproiveito pra dizer que amei o texto....Fotos e grifos, são meus!
Boa semana,
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